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sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Cristianismo provoca SUICÍDIO entre homossexuais




O Cristianismo e suas crenças conservadoras já causaram mais morte entre os homossexuais do que o número total de assassinados de quando se costumavam exterminar bruxas e hereges durante a Idade Média e a Renascença.

O departamento de saúde dos Estados Unidos estimou que pelo menos 30% do suicídio entre os jovens seja cometido por gays e lésbicas. O Departamento indica que 30% ainda é o mínimo que se pode afirmar. É um número bastante alto considerando que os homossexuais constituem apenas 5% do número total de jovens. Portanto um jovem homossexual está pelo menos 6 vezes mais suscetível ao suicídio do que um jovem heterossexual. Especialistas estimam que pelo menos 40% desses suicídios tenham ligações diretas com crenças religiosas. Veja matéria completa (em inglês)

E o Brasil é campeão de agressoes e assassinatos de GLBTs, porém os pastores que vociferam preconceitos de seus púlpitos fazem cara de paisagem e dizem que não incentivam a violencia.

Vamos imaginar que você esteja num mundo onde a maioria é homossexual e isso é considerado "o certo", mas você sente prazer heterossexual. Você tem sua fé, mas vem um energúmeno e te fala assim:

"Vc nao consegue deixar de ter atencao por mulheres pq satanas tem uma corrente em vc. Vc esta aprisionada pelo pecado e nao consegue se libertar. Ore e busque em Jesus a sua libertacao. Cubra sua vida com o SANGUE de Jesus. peca ao Senhor TODOS os dias que cubra sua mente e seu coracao. Ha poder no sangue de Jesus que simboliza o sacrificio DELE na cruz para nos libertar dos nossos pecados".

("conselho" real de uma energúmena para uma moça em conflito por sua homossexualidade que tenta não aceitar mas não consegue)

Imagine ouvir dezenas de "conselhos" assim...


Enquanto o " " "cristão" " " em sua soberba, no seu falso puritanismo decreta aos quatro ventos que amam o pecador mas abominam o pecado, fazendo de tudo para que homossexuais acreditem nisso, suicídios ocorrem na solidão dos que ficam assim, sem a compreenção de ninguêm, sem entender porque são "diferentes e tão errados", ouvindo que Jesus os ama e os quer ver mudar o que não se trata de decisão.
A única coisa que um cristão, ou melhor, um ser humano poderia fazer é pelo menos tentar compreender, sem julgar. Melhor dizendo: aceitar como "queremos" que aceitem a nossa sexualidade hetero como ela é, embora não seja da conta de ninguêm.
O que o " " "cristão" " " não entende é que não se trata as pessoas assim, ninguêm é dona da verdade e nem a bíblia condena REALMENTE o homossexualismo. Não faltavam palavras em hebraico e grego, nem costume evidente nos povos antigos que precedem a bíblia e mesmo assim não há tantas proibições tão explícitas que justifiquem tamanha falta de amor.
Quando um homossexual se sente inferior e errado, indigno por reconhecer a impossibilidade de sentir diferente do que sente, se pergunta a Deus porque nasceu "diferente" e muitas vezes procura uma igreja e isso pode ser sua última esperança em acreditar que Deus não foi injusto com ele. A palavra "cristã", o conselho soberbo "cheio de amor" dos que amam o homossexual mas abominam sua homossexualidade, tudo isso, Mostra a ele que Deus realmente foi injusto e o fez nascer com uma desgraça e é culpa dele se não consegue porque prefere ouvir satanás, isso contribui para que a falta de esperança e reconhecimento de sua impotência em "ser dígno", além de uma placa de imoral e nojento brilhe em sua imagem no espelho se transforma na "coragem" que precisava para "arrancar de si o que lhe faz pecar": ele próprio.
Lamentavelmente, já que deveria ser aquele que segue o exemplo de Cristo e deveria amar e acolher, o " " "cristão" " " é o que mais contribui para oferecer uma gilete, o empurrão do alto de um prédio, o copo d'água para descer os comprimidos ou qualquer coisa que faça o "pecador" tirar de si "o pecado" com a arma mais poderosa, a que faz essas agirem: a comprovação de que Deus condena o que ele é pelos juizes escolhidos por Deus, orientados pelo "espírito santo". Quem abomina o "pecado" na verdade abomina o "pecador", é igual, só que de forma hipócrita. Melhor seria poupar os "pecadores" de uma religião que só serve a um gueto de desgraçados.
Um crente robotizado que sublima sua vida num modo de vida "considerado certo" não tem sentimentos reais para dizer a alguém com a alma enxarcada de sentimentos conflitantes, como ela deve sentir. Melhor seria calar a boca.

domingo, 23 de setembro de 2007

Igreja: o Príncipe do Mundo

Conversão de Constantino, de Rubens
"Já não conversarei muito convosco, pois o príncipe desse mundo vem; contra mim, ele nada pode, mas é preciso que o mundo saiba que eu amo o Pai e faço como o Pai me odenou.(...)"
(Jo 14,30 e 31)

"Digo-vos isto para que não vos escandalizareis. Expulsar-vos-ão das sinagogas.
Mais ainda: virá a hora em que aquele que vos matar julgará realizar ato de culto a Deus. E isso farão porque não conhecem o Pai nem a mim."


A igreja é o príncipe do mundo dita por Jesus em João.
O Príncipe é o império romano que pegou para si seu inimigo e transformou no deus a ser seguido, sob sua batuta, no mais comum estilo dos deuses greco-romanos.
É a igreja que nasceu disso, seus derivados, seus reformadores e os que protestaram mas sairam da mesma raiz.

Trecho de uma carta enviada pelo imperador Constantino as igrejas do norte da África que se opunham a igreja de Roma (considerando-a pagã):
"que mais pode ser feito por mim, de acordo com a minha prática constante e como verdadeiro oficio de um príncipe após expulsar o erro e destruir opiniões contrarias, que fazer com que todos os homens sejam unidos, sigam a verdadeira religião e simplicidade da vida e prestem ao Deus todo poderoso a adoração que lhe é devida"

Como disse Jesus, foi necessário que viesse para que o mundo soubesse que ele ama o Pai e o Pai o ama. Esse príncipe manteve seu nome vivo, mesmo que por interesse. Agora já o conhecemos e é chegada a hora de nos libertarmos desse príncipe, tirar do meio de nós, todos esses impérios que nunca geraram frutos, apenas intolerância, ganância, hipocrisia, morte, dependência, auto humilhação, falsa felicidade, e tudo mais que nada tem de Cristo, apesar de falar em seu nome.

Disse Nietzche:
"Quando os véus caírem, quando os céus se abrirem, quando o santuário do coração humano for deslacrado, veremos como a religião e sua moral de juízos e certezas, foi satanás na história, e, além disso, foi a principal responsável por afastar milhões, bilhões de homens e mulheres, da genuína experiência de Deus."

A Igreja deveria ser a reunião em nome de Jesus, mas se tornou uma instituição que reúne barganhadores que honestamente, sinceramente acreditaram ser assim, pois isso foi proclamado aos 4 ventos por essa igreja que nos contou sua historia e nós acreditamos e nesses séculos, quem discordou foi morto ou excomungado. Perdem a oportunidade de ter como EXEMPLO uma conduta de vida, um Caminho (não fim).

Tirou de nós o exemplo de alguém como nós que venceu o mundo. Usurpou sua autoridade para ser na Terra o intermediário de nossa suposta salvação.
O que Jesus nos trouxe, foi para que colocássemos em prática, pois somos da mesma espécie ( ou pode um deus ser exemplo para um simples homem?).
A igreja, esse príncipe, colocou tudo isso em segundo plano e nos deu um deus para ser adorado, sendo que para isso, deve a ela a obediência, o dógma e sua vida.
É importante dizer que os homens das igrejas e seus fiéis tem boa intenção (salvo alguns óbvios), mas ainda colhem desse dogma: adorando um deus como se adorava os deuses.
Mas a Verdade não pode ser pisoteada e escondida para sempre. Tudo o que a igreja escondeu de nós está cada vez mais evidente e aparecendo a cada instante.
Fizeram tão bem que mesmo se Jesus viesse novamente, essa igreja faria com que os seus adeptos o negassem e pior: fazer com que persigam os novos seguidores chamando de seita de satanás.

Se Jesus é a Verdade e a Verdade liberta, não dá mais para viver na escravidão dos dogmas da igreja sendo egoistas barganhando nossa salvação ou covardes temendo o inferno. Nossa dedicação deveria ser ao próximo, não esse egoismo que só pensa na prória alma que, convenhamos, não vale nada se pensamos somente em nós mesmos.
E pensar em si, dando ao próximo apenas o convite para viver a mesma ilusão tem se tornado o principal fruto desse príncipe, porque isso significa apenas uma coisa: Alimentá-lo com seus dízimos e o esvaziamento das almas que o segue. E se nos esvaziamos (diferente de se esvaziar para se dar ao próximo) ao ponto de nem querermos questionar, se deixamos de sermos homens, como poderemos amar o próximo como a nós mesmos?




sábado, 1 de setembro de 2007

A fé que depende da ressurreição

Muito me pergunto sobre a fé apoiada na ressurreição de Jesus. Fico espantado como se precisa de um milagre para validar o que Jesus nos trouxe. Penso que se Jesus se tornasse um ladrão bêbado e assassino um dia depois de ter feito o Sermão da Montanha, o que disse lá seria suficiente para mim e levaria para a minha vida, simplesmente bastaria. Não acho que Jesus ressuscitar tenha um peso tão significativo, como algo que substitui toda a sua passagem, que aliás fica em segundo plano, pois a ressurreição basta para quem assim acredita, afinal, ressucitando se tornou deus e acreditar nisso é a porta para a Salvação, como se estivéssemos perdidos e ele, mesmo com todo o exemplo para colocar por terra essa crença, contestada na própria bíblia, fosse um egocêntrico que precisasse disso.

Necessitar desse milagre demonstra que o seu exemplo depende disso. Mas já que se precisa dessa autoridade, será que morrer por isso já não bastaria?

Vejo assim tudo o que Jesus falou como mera estória que justifique o que realmente interessa: dar pretexto para morrer e ressuscitar, para assim fazer por nós aquilo que virou essa justificativa. Ser cristão se tornou algo muito cômodo. Cômodo como a petulância de julgar os outros, acreditando assim que se elevam perante os "incrédulos". Cômodo como idolatrar um totem em vez de ver que esse "totem" é o maior exemplo de amor ao próximo que pisou na Terra e isso deveria ser maior que essa idolatria sem sentido e ser assim um caminho a se viver.

Jesus não é a meta, é o Caminho

É uma pena que o Sermão da Montanha valha menos que esse pseudo milagre, pois veriam que ser pobre de espírito é outra coisa e não isso que cristãos tem se transformado.

Então sobra a pergunta: Se pelo fruto se conhece a árvore, que fazem abrir mão da vida para apenas tirar as pessoas do sol da vida para secarem sob a sombra dessa árvore?

PS: Este blog traz uma enquete a respeito da ressurreição. Vote!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Amar o inimigo

Jesus não nos pediu somente para amarmos o próximo como Ele nos amou, pediu mais, pediu para amarmos nossos inimigos. Disse que antes de fazermos nossa oferta, devemos nos reconciliar com nossos inimigos. Jesus não é um ser como o cristianismo o vê: um mero totem para ser adorado. Penso que aceitar Jesus significa aceitar o que Ele veio nos dar e para isso deu a própria vida, mesmo sabendo que muitos desperdiçariam isso em meras idolatrias. E o que veio nos dar foi a Boa Nova: Amar a Deus sobre todas as coisas (Inclusive sobre as religiões) e Amar o próximo como a nós mesmos (Inclusive, espíritas, ateus, homossexuais, pessoas felizes e realizadas que não precisam sublimar os sentimentos e que não precisam rezar berrando com música que se ouve a 10 quarteirões, enfim, a todos os que estão fora das igrejas TAMBÉM!). Alguns pensam que apenas adorar Jesus como um totem dá o passaporte para o céu, uma barganha igual fazem os presos com o carcereiro de prisão.


Mas na hipótese de haver um juizo final coletivo e houver uma separação entre as pessoas, quem seria salvo?

Quem ama seus inimigos ou apenas o colega que senta ao lado no banco da igreja?
Quem ama sem distinção, sem julgar, sem olhar os rótulos ou quem avisa que fulano é pecador, sem ver antes do irmão a sexualidade, a religião, etc?
Jesus odiou alguém ou amou sempre?

Logo, qual o maior "inimigo"?

Somos capazes de amar inclusive o maior adversário?
(Lembrando que adversário é a tradução do hebraico "satanas")

Ou imaginemos uma cena:
Reconhecemos satanás "em pessoa" e uma igreja INTEIRA sai em cima dele para linxá-lo. Qual a atitude verdadeiramente cristã? se juntar para ajudar a matar ou defendê-lo pois antes de tudo devemos nos posicionar a favor do mais fraco em meio a covardia?
É claro que esse que vos escreve não acredita num ente do mal, mas como esse ente se tornou real no meio religioso, como contrapeso do Cristianismo, pensei no valor que se dá ao Cristo quando o homem que ainda não aprendeu a resolver com seus inimigos, cria outros ainda maiores.

domingo, 19 de agosto de 2007

Deus ama o pecador mas abomina o Pecado



Jesus disse: "Não há pecado ; sois vós que os criais, quando fazeis coisas da mesma espécie que o adultério, que é chamado 'pecado'. Por isso Deus Pai veio para o meio de vós, para a essência de cada espécie, para conduzi-la a sua origem."
(Evangelho de Maria Madalena)

Quando vejo os " " "cristãos" " " falarem do "pecado", assim como falam com sua HIPOCRISIA a covarde frase "Deus ama o pecador mas abomina o pecado" vejo ai claramente, nitidamente o limite de seu entendimento, da sua compreenção do que Jesus nos ensinou. Vejo assim, tão transparentemente até onde vai o Cristo dentro deles.
O amor ao próximo, fazer ao próximo o que esperamos a nós mesmos e a compreenção do porque não devemos julgar é uma porta que seus orgulhos e vaidades não conseguem ultrapassar.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

A Respeito da Salvação

Jesus deixa claro o que é necessário para a "salvação". Ele não salvou ninguém. Ele deixou o seu exemplo e suas palavras para serem seguidos. Isso não o diminui, pelo contrário, mostra o Espírito que nasceu como nós, muito antes dessa galáxia existir, que venceu todas as atribulações que estamos passando e VENCEU o mundo. Não adianta pertencer a alguma Igreja ou por ter fé, ou por se arrepender de ser pecador ou crer em Jesus como salvador adorando-o, etc.,
Quem não praticar os ensinos de Jesus, não colherá nada, não se transformará, não se aproximará do Pai. E não é porque Jesus nos condiciona a isso, mas porque ele representa a Verdade, representa o caminho perfeito para isso. É simplesmente Lei de causa e efeito.
Leia em Mateus 25: 31 a 46. "Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes."
Jesus deixa evidentemente claro aqui que a salvação não é pela Igreja nem pela fé, e sim pela obras praticadas a favor do próximo (CARIDADE ou amor ativo e consequente, doador sem esperar recompensa alguma), isto é, seguir os exemplo que ele deixou.
Ele reafirma esta idéia com a Parábola do bom Samaritano. O samaritano era considerado herege, pelos religiosos que passaram a passos largos diante do homem caído à beira da estrada, entretanto é o exemplo dele que Jesus recomenda seguir. Foi justamente este bondoso samaritano que, com obras (CARIDADE), provou que tinha mais fé que os outros dois.
Paulo exorta a Timóteo a praticar boas obras a favor de todos: amor altruísta!
Tiago 2, 14-17: Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? Assim também a fé, se não tiver as obras (CARIDADE ou amor ativo e consequente, doador sem esperar recompensa alguma), é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
Ao concluir dizendo "mostrarei a minha fé pelas minhas obras", Tiago traz o conceito de que é necessário ter uma fé OPERANTE. A fé se mostra nas obras que realiza. Que adianta ter fé se o irmão ao seu lado passa fome? É o questionamento incontestável de Tiago para os que dizem que apenas a fé é que salva. Aliás, não tem o menor sentido e só ee coerente com o dogma romano que não se sustenta lido por completo, sem separar partes.
Tiago 1, 22-27: E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito. Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã. A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta (CARIDADE): Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.
Tiago 2, 26: Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta
1 Pedro 4, 7-11: Mas, sobretudo, tende ardente CARIDADE uns para com os outros; porque o CARIDADE cobrirá a multidão de pecados.
1 João 3, 17-18: Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.
Todos os textos acima, não deixam dúvidas de que a Caridade, não este dogma da Igreja, que aproximam o homem da salvação.

domingo, 12 de agosto de 2007

Adoção por casal homossexual

Alguns países já permitem judicialmente a adoção de crianças órfãs por casais homossexuais. Mesmo com polêmicas e brigas na justiça.
As adoções com sucesso mostram que crianças educadas por pais homossexuais não levam a criança a se tornar homossexual (da mesma forma que casais heterossexuais não garantem filhos heterossexuais). Os colegas das crianças adotadas por homossexuais acabam por ver com naturalidade e com isso crescem sem preconceito.

Mas por que colocar esse assunto aqui?
Só lembrar que Jesus nos pediu para amar o próximo como a nós mesmos sem julgar, então fica a pergunta:

Devemos simplesmente amar o próximo e no caso, permitir que uma criança que poderia crescer num orfanato tenha um lar, com pessoas que podem amá-la (e não importa a vida sexual do casal ou o que fazem no quarto, da mesma forma que não nos interessa como o casal heterossexual age em sua intimidade), ou é melhor sermos juizes de Jesus e, dentro da nossa interpretação do que seja o certo, impedir que casais homossexuais adotem essas crianças?

segunda-feira, 23 de julho de 2007

O Evangélico

Um Evangélico pode ser:

Uma pessoa que encontrou em Jesus um caminho e compartilham com as pessoas que ama a sua felicidade. É humilde como Jesus (com toda a sabedoria) e ama a todos, tem sempre um sorriso e sabe escutar, sabe ponderar quando injustiçado e sempre tenta criar condições de Paz. Não julga ninguém, pois como cristão, sabe que só a Deus cabe essa tarefa e que nós homens, nada sabemos e somos aprendizes, bastando nos amar e confiar que assim, tudo se dará para o melhor de todos. Quando há injustiça, posiciona-se a favor do oprimido, mesmo que o agressor seja um irmão da igreja e a vítima o maior pecador. Porque vê com os olhos da justiça e nao rótulos vazios criados nas igrejas. Não se preocupa com a fé alheia, segue e dá exemplo.


Mas um Evangélico TAMBÉM pode ser:

O mais hipócrita que um homem pode ser. O mais pobre de espirito, o menos evoluido, e tudo o que há de pior na raça humana, se encontra num evangélico fanático que não se olha e só sabe enxergar nos outros, o próprio defeito. Não é a toa que os maiores assassinos do mundo sao dessa espécie de evangélicos: Acham que sabem tudo e mesmo que mostrem outras interpretações, por mais coerentes que sejam, duvidam, afinal creem que sao guiados pelo espirito santo e justificam na Biblia o que lhes convém. Alguém que só tem maldade no coração, que julga, que ofende, que se exalta e vê o mundo da mesma maneira. Justifica-se sendo cristão, mesmo não tendo a capacidade de perceber, graças ao espírito mesquinho e orgulhoso, que é tudo o que Jesus condenou, que Jesus nunca apontou um pecador pelos pecados, mas ensinou o melhor caminho COM O EXEMPLO.
Um crente fanático está sempre pronto para acusar, nunca faz uma auto análize, para eles, basta saber que são cristãos e vão às igrejas, a prática não importa, basta bater no peito e dizer: sou cristão!
É o que dá o tapa, e se alguém oferece a outra face, bate de novo, pois se considera o único cristao e dígno de tal. Pessoas assim terão sempre a minha mais ridícula impressão, menor apenas que suas próprias atitudes.