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sexta-feira, 26 de outubro de 2007

A Carta de Elias


"Foi então que lhe trouxeram da parte do profeta Elias uma mensagem concebida nos seguintes termos: Eis o que diz o Senhor, Deus de Davi, teu pai: Porque não andaste nas pegadas de teu pai Josafá, nem nas de Asa, rei de Judá."

II Crônicas 21

"Se não se convencem pelos fatos, menos o fariam pelo raciocínio."

O escritor José Reis Chaves, autor do livro A Face Oculta das Religiões, em um artigo publicado, em sua Coluna, de 26.04.04, no jornal "O Tempo", de Belo Horizonte, "Ressurreição de Todos", dá-nos uma informação interessantíssima.

Diz ele:
"E o desaparecimento de Elias vivo confundiu muito os teólogos sobre a ressurreição. Mas ele ficou na Terra, pois Jorão recebeu dele uma carta (2 Crônicas 21,12)."

Muitas vezes não enxergamos o óbvio, pois realmente, segundo a narrativa bíblica citada, Elias, depois de ter sido supostamente arrebatado, enviou mesmo uma carta a Jorão, filho e sucessor de Josafá, de Judá. Confirmam isso os tradutores da Bíblia de Jerusalém, quando nos oferecem a seguinte explicação para essa passagem:
De acordo com a cronologia de 2Rs, Elias tinha desaparecido antes do reinado de Jorão de Israel (2Rs 2; 3,1) e, portanto, antes de Jorão de Judá (2Rs 8,16; cf. no entanto 2Rs 1,17). O cronista deve utilizar uma tradição apócrifa.

Mas o que há de extraordinário nisso? Bom, se a passagem mencionada for verdadeira, e aqui os defensores da inerrância bíblica, por coerência, não podem aceitar de outro modo, estaremos diante de duas alternativas:

A primeira alternativa: que Elias não foi arrebatado, já que envia uma carta. Isso para nós foi o que de fato ocorreu, uma vez que é difícil sustentar que alguém tenha sido arrebatado de corpo e alma levando-se em conta que se "Deus é espírito" (Jo 4,24), nós também somos seres espirituais, já que fomos criados à Sua imagem e semelhança. Por outro lado, se "O espírito é que dá vida, a carne não serve para nada" (Jo 6,63) e que "A carne e o sangue não podem herdar o reino dos céus" (1Cor 15,50) não há como compatibilizar corpo físico na dimensão espiritual.

A segunda alternativa: poderá deixar alguns fanáticos perplexos, é que, se aceitarmos que não há exceção nas Leis Divinas, Elias morreu, como irá acontecer com todo ser humano; daí, por força das circunstâncias, teremos que admitir que, do plano espiritual, ele envia uma carta ao rei. Portanto, uma ocorrência mediúnica, com alguém servindo de médium para receber essa carta e enviá-la ao destinatário, traduzindo-se isso em uma autêntica psicografia.

A título de curiosidade, observamos que os termos usados nessa narrativa aparecem, nas diversas traduções bíblicas, ora como uma carta, ora como uma mensagem e ora como um escrito, mas, no fundo, tudo é a mesma coisa.

Na primeira hipótese acima citada, não há nenhum fato bíblico entre "os arrebatados" que venha a sustentar a possibilidade de que, em algum momento, um deles tenha se comunicado, por qualquer meio, com os encarnados.
Entretanto, quanto à segunda hipótese, ou seja, a que Elias tenha morrido, podemos comprovar biblicamente, por dois acontecimentos, os quais vêm apoiar a uma ocorrência dessa ordem.
Vejamos

* O primeiro, narrado em 1Sm 28, 1-25, é um fenômeno mediúnico de psicofonia, que registra a ocasião em que o rei Saul vai a Endor, para que, através da pitonisa (médium) que residia nessa localidade, pudesse aconselhar-se com o profeta Samuel, já desencarnado. Como estava numa situação angustiante, pois se encontrava cercado pelo exército dos filisteus, queria saber do espírito do velho profeta sobre o que o futuro lhe aguardava em relação a essa iminente guerra.

* O segundo, sempre esquecido dos contraditores da comunicação com os mortos, é quando os espíritos de Moisés e Elias apareceram a Jesus, Pedro, Tiago e João, e conversaram com o Mestre. Classificamos esse fenômeno mediúnico como de materialização, pois esses dois espíritos também foram vistos pelos três discípulos que testemunharam o fato. Podemos observar que, nos principais fenômenos mediúnicos produzidos por Jesus, vistos por alguns como milagres, os três apóstolos citados eram convidados por Ele, para deles participarem, pois só eles, entre os que o seguiam, possuíam essa energia de forma mais acentuada.

Há ainda um outro evento, que nunca é falado, pois não teria como ser negado: trata-se do acontecido com o próprio Jesus, que depois de morto comunicou-se com inúmeras pessoas. E, plagiando o que o apóstolo dos gentios disse aos coríntios, diríamos: Pois se os mortos não se comunicam, também Cristo não se comunicou. Se Cristo não se comunicou ilusória a nossa fé.

Assim, com essa carta de Elias, acreditamos estar diante de mais uma ocorrência bíblica, que vem provar a comunicação entre os dois planos da vida, embora negada sistematicamente por alguns, mas que pode ser corroborada pela própria proibição bíblica de Moisés de se comunicar com os mortos (Dt 18,9-14), já que Moisés não era tão louco assim para proibir algo que não existe. Está, portanto, comprovada pela própria Bíblia, a realidade da comunicação entre os habitantes do mundo físico com os do mundo espiritual.
E como diria Jesus: Quem tem ouvidos, ouça.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Criando Deus



"A dualidade da natureza de Cristo,
a necessidade, tão humana, tão sobre-humana, do homem de atingir Deus,
tem sido um mistério profundo e insondável para mim.
Minha principal angústia e a fonte de todas as minhas alegrias e sofrimentos desde a juventude tem sido a incessante, impiedosa batalha entre o espírito e a carne... e minha alma é a arena onde esses dois exércitos têm lutado".
Nikos Kazantzakis


Por que procuramos entender a divindade de Jesus?
A humanidade em seus primórdios tendeu sempre a endeusar algum ser que os proteja ou garanta órdem. Isso é latente, já nascemos com esse conceito, sendo protegidos por nossos pais. Os animais aprendem desde cedo a reconhecer o que lhes é bom e o que devem temer pelos seus pais.
Assim se constroem deuses materiais ou espirituais. Como materiais, construiu-se totens e espirituais os mitos. Mas é tudo a mesma coisa.

Na minha opinião pessoal, isso pra nada serve e acredito que o homem, conforme aprende a reconhecer sua responsabilidade no mundo, assume para si o papel de deus que lhe cabe. Como deus que é, seus atos geram conseqüências e se o mundo não é perfeito, é responsável. Homens constroem coisas que beneficiam a todos. Homens constroem idéias que melhoram ou pioram nossas vidas. Homens constroem deuses também para justificar sua covardia ou inanição ou para terem seus pais que os protegem.
Jesus foi um grande exemplo de homem e endeusá-lo foi mais prejudicial que benéfico na minha opinião. Pode um deus ser exemplo para um homem?
Um homem pode ser exemplo para outro. Jesus homem poderia nos inspirar a aceitarmos nossa cruz, ou seja, nossas dificuldades, e segui-lo, a seguir seu exemplo com coragem e determinação e compreender que o dia que cada um de nós entender nossa responsabilidade no mundo e nossa integração, passaremos a pensar mais no próximo e fazer a ele o que esperamos que o próximo nos faça. Poderemos cuidar melhor do nosso planeta, a pensar em melhorar a igualdade social em vez de aumentarmos os muros de nossas casas.
Enfim, a procura do Deus Jesus para a nossa salvação nos faz na verdade nos perder, pois ao pensarmos em nós em primeiro lugar, construímos um mundo onde cada um procura o melhor para si e um mundo assim nos dá em troca a disputa que nos faz lamentar e precisar de quem nos proteja, um deus. Assim construímos um totem ou damos o nome de um já inventado.


"...nada faço por mim mesmo; mas falo como o Pai me ensinou."

με ο πατηρ μου ταυτα λαλω
João 8:28

Nós, como irmãos de Jesus, somos filhos do mesmo Pai. Podemos fazer igual ou até mais que ele. Se ele é Deus, nós também somos.

domingo, 9 de setembro de 2007

A Lâmina e o Forno


Ouvi uma história um tempo atrás, não muito próximo para me lembrar com exatidão, mas não tão distante que me fizesse esquecer.
Falava de um suposto relato feito por um povo descrevendo outro, essa história tinha por objetivo, ou foi usada dessa forma quando me contaram, para mostrar como precisamos entender a cultura de quem escreve para entender melhor sua mensagem. Diz mais ou menos assim essa história:

"Havia um povo com costumes estranhos. Quando se reuniam em seus eventos, preparavam-se com rituais de sacrifício que não os feria, pelo contrário, os deixavam felizes e quem não fazia era até mal visto perante a comunidade nestes eventos. Levavam a sério e o faziam de coração.
Esses rituais de sacrifício eram praticados por eles próprios ou com ajuda de outras pessoas. Os que não faziam por eles mesmos, aguardavam sua vez sem medo, inclusive ficavam ansiosos e aguardavam a vez sempre sorrindo com alegria.
Os homens por exemplo, utilizavam lâminas de fio agudo, muito afiadas e as passavam na face. Passavam essa lâmina por todos os lados sem pausa entre uma estocada e outra, sem nenhuma demonstração de dor. As mulheres introduziam suas cabeças numa espécie de forno e ficavam desse jeito por longos minutos e nenhum sofrimento era visível em seus rostos, pelo contrário: algumas olhavam para o horizonte, com semblante sonhador, outras trocavam entre si seus conhecimentos a respeito das cerimônias que estavam por ir."


Esta história de um povo que ensina a se entregar com alegria aos seus rituais nada mais é que uma interpretação sobre a visão de um povo selvagem observando o nosso povo civilizado se preparando para uma festa. Descreve como os homens fazem barba e as mulheres secam seus cabelos nos salões de cabeleireiros ao prepararem-se para uma festa ou algum evento qualquer. E alerta para a nessecidade de observar bem as escrituras, entender o povo que é observado nelas. Jesus mesmo nos recomendou isso.

Estudando a bíblia, vendo Lucas que escreveu posteriormente e já viu carne na pomba que desceu sobre Jesus(1), quando em Marcos (e Mateus também), diz apenas que o Espírito veio como uma pomba(2) (pousando suavemente? flutuando?), para citar UM EXEMPLO! Vendo os apóstolos, os pais da igreja, as traduções recheadas de interpretações de língua após língua, mudanças com intençoes de "tornar mais fácil" o entendimento, só me fazem entender uma coisa: O Cristianismo é como essa história, uma idéia e entendimento do mundo de então, interpretando algo muito além de seus conhecimentos, mas ditas como Verdade, recheado de interesses e tolices flagrantes, passando de geração para geração, fazendo seus seguidores abandonarem suas vidas para esperar ansiosamente aquele que nos falou do Amor para, como zumbis, nos levantarmos das tumbas nesse juizo final, para sermos selecionados por ele e passar a eternidade ao seu lado enquanto os outros que não se prostraram para esse deus de amor, arderão no lago de fogo para todo o sempre. Amém!...

Após entender que a lâmina passando na face é apenas o ato de se barbear, torna-se impossível o auto-esfolamento.

(1) Lucas III,22: "e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corporal, como pomba,(...)"
(2) Marcos I,10: "E, logo ao subir da água, ele viu os céus se rasgando e o Espírito, como uma pomba, descer sobre ele".

domingo, 2 de setembro de 2007

Ver para crer

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O espírito de Jesus entrou na sala fechada onde se encontravam os dicípulos e Jesus, e após desejar-lhes paz, disse a Tomé:

"Põe teu dedo aqui e vê minhas mãos! Estende tua mão e põe-na no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!" Respondeu-lhe Tomé: "Meu Senhor e meu Deus!"
Jesus lhe disse:
"Porque viste, creste. Felizes os que não viram e creram!"


Ver para crer significaria apenas conferir o corpo em carne de Jesus? Jesus que sempre falou do espírito sobre a carne? Jesus que passou pela porta fechada para entrar na sala?

Jesus, que disse no Evangelho de Tomé: — "Seria uma maravilha se a carne tivesse surgido por causa do espírito. Mas seria a maior das maravilhas se o espírito tivesse surgido por causa do corpo. Estou realmente surpreso pela forma como essa grande riqueza fez morada nessa pobreza." — certamente disse muito mais que isso, afinal a carne e o sangue não herdam o reino dos céus.
Certamente Jesus, quando nos disse que podemos fazer igual e até mais que ele não foi mero jogo de palavras, se nos falou era Verdade, logo, somos da mesma essência. Simples assim.

A vida já é um milagre. A Natureza também. Acaso a Natureza, criação de Deus, não é perfeita? Precisamos derrogá-la, ultrapassá-la para assim torná-la perfeita? Certamente não podemos afirmar que a Natureza seja completamente compreendida, mas enquanto o perecível perece, não há como ter fé no perecível que ressurge sem qualquer desconforto, ainda mais quando a própria fonte que assim fala diz que carne é carne, espírito é espírito
Por que os cristãos, aqueles que representam Jesus, não valorizam o que Jesus nos disse? O que ele nos disse é tão perfeito que ultrapassa qualquer religião, torna-as obsoletas, se cada palavra fosse colocada em prática, o mundo seria realmente melhor e mais justo, mas ainda assim, para seus seguidores, seriam meras palavrinhas bonitinhas se Jesus não fizesse milagres, se não ressucitasse, se ficasse limitado à Natureza criada por Deus.

Que fé é essa que não sobrevive nem a própria obra de Deus, do jeito que ela é?
Melhor milagre seria os cristãos amarem o próximo sem que para isso tivesse que o levar a igreja. Somente viver esta boa nova — que já virou teoria velha e mera isca de igreja — independente do que aconteceu com Jesus após nos dizer isso.


PS: Nessa bela pintura, Caravaggio se preocupou mais em representar na imagem as palavras e na representação realista das personagens, não se preocupando com a beleza delas. Colocou-os rudes como eram os dicípulos de Jesus, homens do povo. No Evangelho, não acredito que Tomé o tocou.

sábado, 1 de setembro de 2007

A fé que depende da ressurreição

Muito me pergunto sobre a fé apoiada na ressurreição de Jesus. Fico espantado como se precisa de um milagre para validar o que Jesus nos trouxe. Penso que se Jesus se tornasse um ladrão bêbado e assassino um dia depois de ter feito o Sermão da Montanha, o que disse lá seria suficiente para mim e levaria para a minha vida, simplesmente bastaria. Não acho que Jesus ressuscitar tenha um peso tão significativo, como algo que substitui toda a sua passagem, que aliás fica em segundo plano, pois a ressurreição basta para quem assim acredita, afinal, ressucitando se tornou deus e acreditar nisso é a porta para a Salvação, como se estivéssemos perdidos e ele, mesmo com todo o exemplo para colocar por terra essa crença, contestada na própria bíblia, fosse um egocêntrico que precisasse disso.

Necessitar desse milagre demonstra que o seu exemplo depende disso. Mas já que se precisa dessa autoridade, será que morrer por isso já não bastaria?

Vejo assim tudo o que Jesus falou como mera estória que justifique o que realmente interessa: dar pretexto para morrer e ressuscitar, para assim fazer por nós aquilo que virou essa justificativa. Ser cristão se tornou algo muito cômodo. Cômodo como a petulância de julgar os outros, acreditando assim que se elevam perante os "incrédulos". Cômodo como idolatrar um totem em vez de ver que esse "totem" é o maior exemplo de amor ao próximo que pisou na Terra e isso deveria ser maior que essa idolatria sem sentido e ser assim um caminho a se viver.

Jesus não é a meta, é o Caminho

É uma pena que o Sermão da Montanha valha menos que esse pseudo milagre, pois veriam que ser pobre de espírito é outra coisa e não isso que cristãos tem se transformado.

Então sobra a pergunta: Se pelo fruto se conhece a árvore, que fazem abrir mão da vida para apenas tirar as pessoas do sol da vida para secarem sob a sombra dessa árvore?

PS: Este blog traz uma enquete a respeito da ressurreição. Vote!

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Doar-se

Jesus, antes de vir à Terra nos revelar o Caminho que leva a Deus, — à nossa plenitude como parte integrante do todo fazendo parte da criação — o mundo espiritual, através dos anjos de Deus, já falava para os encarnados da Terra a missão de todos nós, espíritos ainda imperfeitos.

Os anjos de Deus eram os espíritos que atingiram essa compreenção maior, eles orientaram Moisés a guiar seu povo na ciência do Deus todo poderoso e único. Cada guerra, cada vitória e cada derrota desenhados nessa epopéia farta de leis disciplinares sobre esse povo teve uma essência de entendimento aos atentos estudiosos da bíblia: quem está trilhando o caminho que conduz ao Pai, colhe por sua ação o fruto da abundância, quem se afasta, colhe o vazio corroedor da alma em meio ao espinheiro.

Essa trajetória apenas preparava a vinda de Jesus que veio quando alguns poderiam ser a terra fértil onde a boa semente poderia ser plantada.

E qual é essa semente se não o amor entre todos e que a todos une? Não seria o mesmo amor que faz com que os anjos venham nos auxiliar a percorrer o Caminho?
Não seria o mesmo amor que Jesus nos pede ao próximo? o mesmo que ele sentiu por nós quando veio nos ensinar? Ou o amor que quando sentirmos, levaremos para além da vida para sermos os anjos de Deus?

Essa linha é clara e une toda a bíblia, torna ela coerente em si e na vida cotidiana e real:
Quando tomamos, é só aquilo e não temos paz. Quando fazemos apenas por nós, é passageiro. Quando nos doamos, nos outros nos completamos!


PS:Usei a foto de um cachorro para lembrar que eles sabem isso mais que nós.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Amar o inimigo

Jesus não nos pediu somente para amarmos o próximo como Ele nos amou, pediu mais, pediu para amarmos nossos inimigos. Disse que antes de fazermos nossa oferta, devemos nos reconciliar com nossos inimigos. Jesus não é um ser como o cristianismo o vê: um mero totem para ser adorado. Penso que aceitar Jesus significa aceitar o que Ele veio nos dar e para isso deu a própria vida, mesmo sabendo que muitos desperdiçariam isso em meras idolatrias. E o que veio nos dar foi a Boa Nova: Amar a Deus sobre todas as coisas (Inclusive sobre as religiões) e Amar o próximo como a nós mesmos (Inclusive, espíritas, ateus, homossexuais, pessoas felizes e realizadas que não precisam sublimar os sentimentos e que não precisam rezar berrando com música que se ouve a 10 quarteirões, enfim, a todos os que estão fora das igrejas TAMBÉM!). Alguns pensam que apenas adorar Jesus como um totem dá o passaporte para o céu, uma barganha igual fazem os presos com o carcereiro de prisão.


Mas na hipótese de haver um juizo final coletivo e houver uma separação entre as pessoas, quem seria salvo?

Quem ama seus inimigos ou apenas o colega que senta ao lado no banco da igreja?
Quem ama sem distinção, sem julgar, sem olhar os rótulos ou quem avisa que fulano é pecador, sem ver antes do irmão a sexualidade, a religião, etc?
Jesus odiou alguém ou amou sempre?

Logo, qual o maior "inimigo"?

Somos capazes de amar inclusive o maior adversário?
(Lembrando que adversário é a tradução do hebraico "satanas")

Ou imaginemos uma cena:
Reconhecemos satanás "em pessoa" e uma igreja INTEIRA sai em cima dele para linxá-lo. Qual a atitude verdadeiramente cristã? se juntar para ajudar a matar ou defendê-lo pois antes de tudo devemos nos posicionar a favor do mais fraco em meio a covardia?
É claro que esse que vos escreve não acredita num ente do mal, mas como esse ente se tornou real no meio religioso, como contrapeso do Cristianismo, pensei no valor que se dá ao Cristo quando o homem que ainda não aprendeu a resolver com seus inimigos, cria outros ainda maiores.

Jesus voltaria?


Se Jesus voltasse, como alguns acreditam, acreditamos que os religiosos em suas igrejas não o aceitariam. Certamente ele ignoraria os religiosos presos em dogmas deturpados. Se fosse mencioná-los seria para responder a religiosos cristãos que fossem cobrar dele sua presença, por acharem-se seus donos.
Certamente Jesus os chamaria de hipócritas e diria que já havia falado deles antes de se despedir, quando disse que o príncipe do mundo viria, que falaria em seu nome mas nada teria dele e que perseguiriam seus verdadeiros seguidores — que escolhe, (como sempre escolheu), fora do mundo religioso — julgando ser coisa santa.
Certamente ele não teria aprovado essa perseguição de séculos e séculos de inquisições, cruzadas e massacres, ainda mais usurpando seu nome.
Talvez fosse as igrejas também para chutar os vendilhões, já que por meras moedinhas de câmbio nas sinagogas de seu templo eram nada em comparação com a prostituição que a igreja se tornou.
Para o povo, perguntaria por que não o levaram a sério quando tanto os alertou sobre os falsos profetas, ainda mais aos que diriam agir em seu nome. Disse até que pelos frutos os conheceria e questionaria onde está o fruto da abnegação, do amor ao próximo, que deveria ser uma comunhão entre irmãos na terra e se transformou em meras campanhas de dízimos e ofertas cômodas e fugidias da verdadeira tarefa que cabia a cada um de nós.

Creio que ele não ligaria para ditames de moda e preferiria usar roupas confortáveis.
Questionaria as besteiras religiosas e falaria acima de tudo na beleza da vida, na beleza do mundo, lembrando que tudo veio do Pai e que o Pai ama a TODOS e não castigaria ninguém, como tanto ameaçam as igrejas por tantos interesses questionáveis.
Certamente chamaria atenção por causa de líderes religiosos enfurecidos com a forma verdadeira e contundente que Jesus ao falar de Deus e do reino de Deus contraporia com os dogmas da igreja mais sagrados, tornando-se mera coletânea de dogmas infrutíferos e escravizantes.
Quanto as diferentes religiões, certamente questionaria o porque disputam quem detém o verdadeiro Deus em vez de enxergarem JUNTOS a grandeza do Deus que é único e de todos.

Escrito Por Vince e Lau Klein

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

A Respeito da Salvação

Jesus deixa claro o que é necessário para a "salvação". Ele não salvou ninguém. Ele deixou o seu exemplo e suas palavras para serem seguidos. Isso não o diminui, pelo contrário, mostra o Espírito que nasceu como nós, muito antes dessa galáxia existir, que venceu todas as atribulações que estamos passando e VENCEU o mundo. Não adianta pertencer a alguma Igreja ou por ter fé, ou por se arrepender de ser pecador ou crer em Jesus como salvador adorando-o, etc.,
Quem não praticar os ensinos de Jesus, não colherá nada, não se transformará, não se aproximará do Pai. E não é porque Jesus nos condiciona a isso, mas porque ele representa a Verdade, representa o caminho perfeito para isso. É simplesmente Lei de causa e efeito.
Leia em Mateus 25: 31 a 46. "Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes."
Jesus deixa evidentemente claro aqui que a salvação não é pela Igreja nem pela fé, e sim pela obras praticadas a favor do próximo (CARIDADE ou amor ativo e consequente, doador sem esperar recompensa alguma), isto é, seguir os exemplo que ele deixou.
Ele reafirma esta idéia com a Parábola do bom Samaritano. O samaritano era considerado herege, pelos religiosos que passaram a passos largos diante do homem caído à beira da estrada, entretanto é o exemplo dele que Jesus recomenda seguir. Foi justamente este bondoso samaritano que, com obras (CARIDADE), provou que tinha mais fé que os outros dois.
Paulo exorta a Timóteo a praticar boas obras a favor de todos: amor altruísta!
Tiago 2, 14-17: Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí? Assim também a fé, se não tiver as obras (CARIDADE ou amor ativo e consequente, doador sem esperar recompensa alguma), é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
Ao concluir dizendo "mostrarei a minha fé pelas minhas obras", Tiago traz o conceito de que é necessário ter uma fé OPERANTE. A fé se mostra nas obras que realiza. Que adianta ter fé se o irmão ao seu lado passa fome? É o questionamento incontestável de Tiago para os que dizem que apenas a fé é que salva. Aliás, não tem o menor sentido e só ee coerente com o dogma romano que não se sustenta lido por completo, sem separar partes.
Tiago 1, 22-27: E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era. Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecidiço, mas fazedor da obra, este tal será bem-aventurado no seu feito. Se alguém entre vós cuida ser religioso, e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração, a religião desse é vã. A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta (CARIDADE): Visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações, e guardar-se da corrupção do mundo.
Tiago 2, 26: Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta
1 Pedro 4, 7-11: Mas, sobretudo, tende ardente CARIDADE uns para com os outros; porque o CARIDADE cobrirá a multidão de pecados.
1 João 3, 17-18: Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.
Todos os textos acima, não deixam dúvidas de que a Caridade, não este dogma da Igreja, que aproximam o homem da salvação.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Não creio na Ressurreição.

Em Gênesis 2:7 “O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra” Eclesiastes, 12 (5, 6 e 7) 5 “...porque vais à casa eterna, ...” (morte do corpo) 6 “...antes que se rompa o fio de prata...” (fio que liga o espírito ao corpo) 7 “... e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” Vemos então que o nosso corpo é feito do barro (pó), e o barro ou pó volta a terra, e o espírito volta a Deus. Esta claro que o corpo não renasce. Do pó ao pó.
Paulo em 1 Corintios 15:44 diz: semeado corpo animal (feito do pó), ressuscita corpo espiritual. Se há um corpo animal, também há um espiritual.
Paulo tem ainda o cuidado de ensinar em 1 Corintios 15:39, que “Nem todas as carnes são iguais: uma é a dos homens e outra a dos animais; a das aves difere da dos peixes.” Isto é, que o Espírito do homem renasce sempre em corpo humano. Porque ele explicou isto? Porque ele pregava aos Gregos, e os grego criam na metempsicose, que é a crença na possibilidade de um espírito humano voltar à vida terrena no corpo de um animal. Logo: a ressurreição no sentido da igreja romana de Constantino, como pregam os católicos e evangélicos não será no mesmo corpo, porque se fosse assim, Paulo não precisaria se preocupar em combater a metempsicose. Sabedoria 8:19 e 20: "Eu era um bom rapaz, por isso caí num corpo perfeito”. Temos nestes dois versículos 3 questões: 1° Preexistência do Espírito: Eu era um bom rapaz, ou seja, na vida anterior, ou era quando? 2° Karma: Por ser um bom rapaz ele ressuscitou em um corpo perfeito. 3° Reencarnação: “por isto cai num corpo perfeito”. Paulo nos ensina, em Filipenses (1;23) que o Espírito não morre junto com o corpo que ele habita, mas continuará vivo após a morte do corpo: “Sinto-me pressionado dos dois lados: por uma parte, desejaria desprender-me para estar com Cristo - o que seria imensamente melhor”. Se lermos os versículos 21 e 22 fica claro que Paulo quer a morte do corpo para seu espírito ir livre ao Cristo. E em João 6:63, temos o próprio Jesus dizendo: “O espírito é que vivifica, a carne de nada serve. As palavras que vos tenho dito são espírito e vida.” O Espírito vive, a carne pra nada serve. Isto dispensa qualquer comentário.

Mas poderiam citar
a clássica "E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo", (Hebreus 9:27). De fato o homem morre uma vez só "e bem morrido MESMO". “Aquele que desce à sepultura, jamais se levantará” (Jó 7,9). Além de que, esta afirmação do Livro de Jó nos mostra como o homem era visto pelos semitas, pelo seu lado fenomênico, material, mostra-nos também que a ressurreição não é do corpo, mas do espírito, pois jamais subirá o que desce à sepultura, isto é, o corpo, a carne. Realmente, a ressurreição do corpo é do Credo da Igreja romana. Mas a da Bíblia é do espírito: "Temos dois corpos, um da natureza e outro espiritual; ressuscita o espiritual” (1 Co. 15,44). A ressurreição, inclusive a de Jesus Cristo, é também do espírito. Quando o espírito reencarna, ele ressuscita (ressurge) na carne. Quando o homem morre, seu espírito ressuscita no mundo espiritual, ou volta se precisar resgatar algo para sua evolução, para cumprir cada til e cada i antes que possa sair debaixo de céu e sobre a terra, até que aprenda a amar como Jesus nos amou. "Ao vencedor, fá-lo-ei coluna no santuário do meu Deus, e daí jamais sairá" (Ap. 3,12).

Logo, sem Zumbis...

domingo, 29 de julho de 2007

Os Crentes

Embora eles não tenham o mesmo conhecimento, fazem-me lembrar os sacerdotes nos tempos de Jesus. Sentavam na cátedra de Moisés, onde foi o templo de Salomão.

Eles eram os donos das escrituras sagradas, detinham o que chamamos hoje o Velho Testamento feito a mão pelos autores bíblicos. Eles eram os líderes espirituais herdeiros de Moisés.
Eles guiavam o povo de Deus, seguros em sua fé. Eles tinham um protótipo de messias que esperavam, o messias veio...

...era Jesus.

Veio Jesus e confundiu o orgulho deles, eles que eram donos da "verdade", iguais os crentes, agiam como os crentes de hoje, embora com alguma propriedade, pois eram o que os crentes de hoje fingem que estudam.

O povo de deus, orgulhoso do que pensava saber, negou Jesus, tão diferente do protótipo que tinham...
os crentes, orgulhosos por se acharem a igreja de Jesus, negam toda a sua essência quando se fecham em seus guetos e não consideram irmãos aqueles que não se sentam com eles em suas igrejas.

Os sacerdotes, com milênios de História, sacrifícios de animais, organização, igreja formada, riqueza, não se igualaram ao que Jesus fez em obras na sua pequena passagem.

Os crentes, com séculos de História, sacrifícios da própria natureza humana, organização, milhares de igrejas e denominações, riqueza e fortuna vinda de dízimos e ofertas generosas de bilhares de fiéis, não fizeram nada além de construir mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas para levarem as pessoas para as igrejas para construirem mais igrejas...

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Crente segue Satanás

Jesus nos falou para amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Não falou para amar os que estão dividindo o banco da mesma igreja. Amar o próximo, independente de quem seja é seu maior ensinamento. Sabemos que a palavra hebraica SATANAS significa adversário. Logo aquele que julga é um seguidor de satanás pois faz o contrário do que Jesus nos pede.

Disse também que quem não coloca em PRÁTICA Seus ensinamentos constrói sua casa sobre a areia. Logo, apenas adorar, desdenhando a obra...

Ser adversário não significa o que a igreja disse quando queria se formar e impor o medo como contrapeso num ente do mal, mas simplesmente nossa prática contrária aos ensinamentos do Cristo.

Ou seja:
Em vez de vivenciar o que Jesus veio nos ensinar e para isso deu Sua vida, assim como os apóstolos que levaram o evangelho para que entendêssemos isso e vivêssemos isso, fica-se apenas repetindo como disco riscado, como se o propósito de tudo fosse apenas colocar num mesmo cerco todo o mundo. chamando as pessoas para irem às igrejas para aprenderem a mesma coisa para chamar as pessoas para irem às igrejas para aprenderem a mesma coisa para chamar as pessoas para irem às igrejas para aprenderem a mesma coisa para chamar as pessoas para irem às igrejas para aprenderem a mesma coisa...


E quando essas pessoas chegarão ao ponto de entender que já chega de cercar o mundo nas igrejas e saber que a igreja é o mundo todo?

Ou melhor, quando vão VIVER como Jesus nos ensinou? Olhando cada pessoa, desde a mais santa ao mais horrível assassino como nosso irmão? Quando vamos entender que somos uma mesma família e somos filhos do mesmo Pai?

A contemplação inútil consequente da adoração transforma Jesus num totem sem sentido e sublima o verdadeiro trabalho que fomos todos convidados a fazer, que é a verdadeira caridade, o Amor ativo, operante.

A contemplação é adversária do amor vivenciado.

Jesus ensinou o Amor, a contemplação é adversária.

O irônico é que crentes, que fazem tanto estardalhaço, saem atrás de pessoas para encherem suas igrejas e JULGAM as que estão fora, achando-se os verdadeiros cristãos acima de Toda a Verdade, sentem-se os Anjos enviados do céu por Deus "em pessoa"...

São na verdade ADVERSÁRIOS dos ensinamentos do Cristo.

Seriam os crentes os seguidores de Satanás?

segunda-feira, 23 de julho de 2007

O Evangélico

Um Evangélico pode ser:

Uma pessoa que encontrou em Jesus um caminho e compartilham com as pessoas que ama a sua felicidade. É humilde como Jesus (com toda a sabedoria) e ama a todos, tem sempre um sorriso e sabe escutar, sabe ponderar quando injustiçado e sempre tenta criar condições de Paz. Não julga ninguém, pois como cristão, sabe que só a Deus cabe essa tarefa e que nós homens, nada sabemos e somos aprendizes, bastando nos amar e confiar que assim, tudo se dará para o melhor de todos. Quando há injustiça, posiciona-se a favor do oprimido, mesmo que o agressor seja um irmão da igreja e a vítima o maior pecador. Porque vê com os olhos da justiça e nao rótulos vazios criados nas igrejas. Não se preocupa com a fé alheia, segue e dá exemplo.


Mas um Evangélico TAMBÉM pode ser:

O mais hipócrita que um homem pode ser. O mais pobre de espirito, o menos evoluido, e tudo o que há de pior na raça humana, se encontra num evangélico fanático que não se olha e só sabe enxergar nos outros, o próprio defeito. Não é a toa que os maiores assassinos do mundo sao dessa espécie de evangélicos: Acham que sabem tudo e mesmo que mostrem outras interpretações, por mais coerentes que sejam, duvidam, afinal creem que sao guiados pelo espirito santo e justificam na Biblia o que lhes convém. Alguém que só tem maldade no coração, que julga, que ofende, que se exalta e vê o mundo da mesma maneira. Justifica-se sendo cristão, mesmo não tendo a capacidade de perceber, graças ao espírito mesquinho e orgulhoso, que é tudo o que Jesus condenou, que Jesus nunca apontou um pecador pelos pecados, mas ensinou o melhor caminho COM O EXEMPLO.
Um crente fanático está sempre pronto para acusar, nunca faz uma auto análize, para eles, basta saber que são cristãos e vão às igrejas, a prática não importa, basta bater no peito e dizer: sou cristão!
É o que dá o tapa, e se alguém oferece a outra face, bate de novo, pois se considera o único cristao e dígno de tal. Pessoas assim terão sempre a minha mais ridícula impressão, menor apenas que suas próprias atitudes.